Você já ouviu falar do Congresso de Milão, de 1880? : Essa é uma das histórias mais mal contadas da educação de surdos, e hoje eu vou te mostrar os detalhes que os pesquisadores realmente comprovam.
Mas antes, que está te ensinando?
Oi, oi! Eu sou a professora doutora Débora, e sou tradutora intérprete de Libras há mais de 20 anos. Sou Doutora em Comunicação e Linguagem, e desde muito cedo aprendi que ensinar Libras vai muito além de decorar sinais soltos. Acima de tudo, estou aqui para te mostrar que aprender Libras é simples, lógico e, o mais importante, totalmente possível para você.
Vamos à prática: como o encontro em Milão foi organizado
Em setembro de 1880, aconteceu na Itália um grande encontro internacional para discutir a educação dos surdos, reunindo mais de 20 países. Curiosamente, a cidade de Milão foi escolhida porque já existiam duas escolas oralistas na região, e os organizadores queriam exibir esse trabalho. Inclusive, existiam duas comissões organizando o encontro ao mesmo tempo, uma em Milão e outra em Paris (prova de que a organização foi bem mais complexa do que costumam contar).
Separei todas as informações que você precisa saber nesse vídeo repleto de curiosidades e fatos que nem todo mundo conta:
Gostou de aprender sobre o Congresso de Milão 1880? Quer ir além da teoria?
Conhecer essa história com profundidade é importante, mas, principalmente para quem trabalha com educação, entender o passado não basta: é preciso saber como incluir o aluno surdo na prática, hoje, na sua sala de aula. Talvez você já tenha percebido esse erro comum: estudar sinais soltos, decorar listas, e ainda assim travar na hora de se comunicar de verdade com uma pessoa surda.
E talvez você pense: “mas aprender Libras é difícil, técnico e demora muito…” É o que muita gente acredita, até conhecer métodos mais eficientes, práticos e funcionais. E é exatamente aí que entra o Libras na Educação: para transformar esse desejo de inclusão em prática real na sala de aula, no projeto social, no atendimento educacional ou em qualquer espaço onde haja aprendizado.
A inclusão começa quando a comunicação acontece, e esse passo está mais perto do que parece!
Nos vemos na próxima, Beijo, beijo.




